terça-feira, maio 08, 2007
::CACM 02:: (edição portuguesa)
Bernardo Sassetti - "“Ascent”
Parte de uma trilogia (que conceito fantástico e desvalorizado no mundo Pop) Sassetti procurou, neste álbum unir duas linguagens: música para cinema e música improvisada.
Acompanahdo por violoncelo, vibrafone, contrabaixo e bateria, Sassetti explora o silêncio, as transições a música clássica minimal e o Jazz com aquela nota ao lado que lhe dá a estranheza típica de uma beleza não fácil mas sim, à espera de ser descoberta. Não é um albúm para cantarolar, além de ser instrumental ;), mas para apreciar ao fim de um dia de trabalho a lêr um livro, um jornal, a trabalhar no computador. Pelo menos ao início. O melhor vem depois...
Maria João, José Peixoto - "Pele"
Num registo mais Pop que o normal para Maria João e com música de José Peixoto "Pele" serve de perfeita introdução para o mundo ecléctico e para a voz elástica desta voz/interprete fantástica . Aconselhado para quem sempre gostou da melodia de algum do romantismo das músicas de Madredeus (e não só) e sentiu curiosidade no trabalho de Maria João mas que sempre as achou um pouco artísticas demais. Para mim são sobretudo músicas Pop de grande sensibilidade e de uma voz única em todo mundo. Björk...roí-te de inveja ;)
segunda-feira, maio 07, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
segunda-feira, abril 30, 2007
quinta-feira, abril 26, 2007
Deus ex machina
sábado, abril 21, 2007
Por falar em gatos...
Telefona-lhe ou manda email.
quinta-feira, abril 19, 2007
Os hábitos estranhos da tribo Sambia
The Sambia Tribe (New Guinea)
In their tribal villages the Sambia segregate the sexes as much as possible. Men and women each have their own paths and meeting places. The boys have no contact whatever with the girls. The initiation process for them begins somewhere between ages 7 and 10. During the first phase, which lasts until they are about 15, they are expected to suck the penis of a mature boy every night and swallow the sperm. Without regular ingestion of male seed, the Sambia believe, boys will never grow up into strong, mature men.
At first some of the boys dislike having to do this, but gradually all come to enjoy it and often strong ties of friendship are formed between the sucker and the sucked. After puberty the boys enter the second phase of initiation: it is now their turn to provide seed for the benefit of the younger ones. They do this until, at around age 22, they marry. Marriage terminates the young man's homosexual life, since once his penis has penetrated a woman's vagina it is no longer considered clean and it would be dangerous for any other male to touch it.
Herdt 1981, quoted by Brongersma p.29.
Texto completo http://www.paedosexualitaet.de/ethno/sambia.html
Ouvi dizer...
"The sky is the limit..."
PS: Mas não digam nada a ninguém.
terça-feira, abril 17, 2007
sexta-feira, abril 13, 2007
Pública
Adsense
Eu estava interessado mas porque estava a pensar utilizar num trabalho que a go go pixel está a acabar...
Mas se o pessoal for clickando nos links vais ganhando mais não?
Adsense
Talvez daqui a uns 15 ou vinte anos tenhamos o suficiente para um de nós ir almoçar ao macdonalds.
Sorteamos isso nessa altura... ;-)
quinta-feira, abril 12, 2007
Mas sim, deveriam ser mais baixos. Adiante, chega de falar de burocracia( pelo menos por agora ;) )
Miguel só agora reparei mas o Blog tem Adsense (anúncios do Google). Foste tu? Isso dá nota?
quarta-feira, abril 11, 2007
A pirataria continua a dar musica...
Estou certo que existem outras formas de os musicos obterem o seu pão nosso, sem ser do comsumidor final ou pelo menos que este não seja o chulado, como por exemplo através das rádios, MTVs, publicidade, concertos, discotecas, etc...
Contudo, parece que a alguns musicos e outras entidades custa-lhes perceber isso, que o mundo pula e avança. Mas isto é apenas a minha opinião.
E dizer que eu tb gosto de receber o meu é verdade, no entanto, não ando a pedir ao povinho através de campanhas, que me sustente e que me compre trabalho, como faz a microsoft com windows, tb sou contra isso, acho que o caminho não é por aí.
Não quero passar a ideia que não dou valor á musica, pq dou, nomeadamente através do feedback que passo aos artistas qd oiço e gosto da musica deles ou quando partilho os meus sentimentos num concerto.
Conclusão: Ser moralista é fácil...
Abraço.
Proposta de trabalho
Tenho uma proposta de trabalho em LX para programador JAVA. Se alguém tiver interessado ou tenha um conhecido interessado, entrem em contacto cmg.
Abraço.
terça-feira, abril 10, 2007
Re: Direitos de autor vs Pirataria
"O Miguel dos Blind Zero com quem já tive o gosto de falar defende sobretudo os direitos de autor e direitos conexos."
Os Direitos de Autor estão perfeitamente legislados e consagrados na lei. Quando produzes um artefacto intelectual, seja ele qual for, o copyright é automaticamente teu sem que tenhas que fazer nada.
O direito de "atribuição de autoria" nunca o perdes, independentemente da música ser vendida ao quilo ou ser oferecida gratuítamente. O pior disto tudo é que o Copyright que te é atribuído automaticamente é demasiado restritivo. Não permite que sejam feitas cópias do teu trabalho, não permite a realização de obras derivadas (e.g. remisturas) e não permite o uso comercial por terceiros. Foi precisamente por isso que foi criado a licença CC (Creative Commons). Trata-se de uma licença que te permite especificar exactamente o que tu, como autor, permites que seja feito com a tua obra, e.g. a criação de obras derivadas.
As licenças CC não foram criadas para fechar a música, foram criadas para a abrir, para a tornar mais livre, mais gratuíta.
De qualquer modo, não me parece que o problema esteja nas licenças, mas no modelo de negócio em si.
Como disse, a música, como objecto intelectual, deveria ser de borla. O que sustentaria a indústria seriam os concertos. É certo que os músicos teriam que trabalhar mais, teriam que realizar concertos mais atractivos, mais elaborados... mas é assim que se evolui. Se vires bem, hoje em dia, e praticamente desde sempre, um concerto ou vale pela música, ou simplesmente não vale. Os músicos estão cada vez menos criativos no departamento do entertainment. Isso tem que mudar radicalmente. Para ouvir música, ouço em casa... um concerto tem que me trazer algo mais.
Quanto à questão do leitor de MP3. Acho que sim.. bruno... também deveria ser de borla, no entanto a diferença fundamental é a criação desse artefacto consome recursos da natureza. Necessita de matéria prima para ser contruído. E isso, por enquanto, ainda tem que ser pago. (Mas não será por muitos mais séculos).
"Isso quer dizer que a música que de lá sai deveria ser de graça? Aliás investi muito dinheiro em material audio profissional e o meu albúm ainda passou por aqui. E não achas que todo o tempo, dinheiro e vontade investida não deve ser recompensada como em outra actividade qualquer ?"
Acho que sim, deve. Começa a dar concertos. :-)
segunda-feira, abril 09, 2007
Direitos de autor vs Pirataria
A discussão resume-se sobretudo ao direto à propriedade intelectual algo que está protegido pela constituição.
"Esta questão da pirataria musical tem que ser esclarecida de uma vez por todas, pois é uma discussão que me enerva profundamente. Fico completamente transtornado quando vejo músicos como Vitorino ou aquele senhor que canta para os Blind Zero (cujo nome agora me escapa) a lutar pelo fim da pirataria e dos downloads ilegais. Porquê pôr músicos a lutar contra a pirataria quando são eles mesmos os que mais lucram com esse fenómeno?!"
O Miguel dos Blind Zero com quem já tive o gosto de falar defende sobretudo os direitos de autor e direitos conexos. Ele está por trás da GDA. É claro que a pirataria fomenta o desrespeito por estes direitos mas existem outras e se calhar muito piores.
Por exemplo a GDA diz o seguinte :
"Uma das condições para se atingir uma civilização baseada no conhecimento, na criatividade e na inovação radica no incentivo aos criadores de Cultura e aos agentes e entidades que animam diariamente com o seu trabalho as designadas "industrias culturais".
O Vitorino anda a falar por ele e pela SPA se não me engano.
Quando dizes:
"Senão vejamos... São conhecidos os acordos entre editoras e músicos. Poderão haver variações neste modelo, mas duma maneira geral funciona da seguinte forma. Na venda de discos a repartição dos lucros é de 80% para a editora e 20% para o músico. Na realização de concertos, é ao contrário, ou seja, 80% para o músico e apenas 20% para a editora. No caso das editoras de livros, a discrepância é ainda maior. Na venda de um livro de 20 euros o autor recebe cerca de 1.2 euros."
Embora este modelo possa variar muito (td depende do contracto estabelecido entre a editora e artística) o que realmente conta é que regra geral um artista só começa a receber do albúm qd todas as despesas são descontadas do seu saldo. Essas despesas podem ir do estúdio à campanha publicitária. Uma editora é como um banco. Avança com o dinheiro mas é o artista que acaba por pagar. Agora pode dar lucro ou prejuízo (para a editora apenas já que o autor não tem que pagar esse prejuízo) mas de qualquer forma o artista recebe uma pequena parte do lucro. Nisso tens razão. MAs esqueces-te da questão dos direitos
Exemplificando:
o podes ver existe um sério mecanismo para colher direitos justamente atribuídos.
Não faria sentido doutra forma.
"Acho bem que as editoras estejam irritadas... acho bem que os músicos também estejam... enquanto não compreenderem que o modelo económico que suporta a indústria está a mudar radicalmente vão ficar cada vez mais chateados."
É verdade. Está a mudar. Mas isso não implica desrespeitar tudo e todos.
Dai terem surgido alternativas como o download pago de música ou melhor os Creative Commons (http://creativecommons.org/)
Isto é o mesmo que dizeres que todo o software devia ser livre. O Open source é uma escolha e não uma obrigação.
E se quisessem ser pagos, os programadores teriam que dar assistência técnica?...e pelos vistos de borla tb. Finaciados pelo Estado pelos vistos. Ou seja nós todos.
A parte inocente:
"Para além disso, os músicos já ganham dinheiro que chegue. Porque é que um músico há-de ganhar mais dinheiro que um médico ou um cientista? Acham mesmo que a sua profissão é mais importante que as demais? Acham que trabalham mais horas? Será uma profissão de desgaste intenso? Quanto menos dinheiro tiverem nas mãos menos drogas irão consumir, o que se virem bem, até é algo que abona a seu favor (e não me venham com a treta de que um músico sóbrio não sabe compor)."
Miguel os músico a que te referes são uma infima minoria...e obviamente que não são portugueses.
e
" Agora, quem quer ouvir música no seu leitor de MP3, porque é que há-de pagar?"
é das maiores parvoices que ouvi nos últimos tempo. A música enquadra-se naquilo que se intitula por Music Buisness. É um negócio. Consumidor, pagador. O facto de ser digital não quer dizer que não tenha custos a não ser que tu aches que fazer as capas dos Cds é o que custa mais. Existe muita música livre, sem custos por escolha do autor na Net.
Já agora porque não dizes
" Agora, quem quer ouvir música no seu leitor de MP3, porque é que há-de pagar?, pela Música e pelo Leitor. " De certo que a Apple não se importava. Ganhava o que precisava pela compra de música on-line no Itunes. Ah não , espera isso tb seria de graça...
Segundo o que tu dizes e numa sociedade de conhecimento, um aparelho electrónico tem mais valor (comercial)que uma criação artística...(que não tem nenhum).
Qt à minha parte
"Os músicos já possuem tecnologia que chegue para que não precisem de grandes estúdios (vejam o Bruno que faz discos no seu PC)."
É verdade. Uso um computador. Como 90% dos estúdios profissionais em todo mundo actualmente. Já ouviste falar de Pro-tools? Isso quer dizer que a música que de lá sai deveria ser de graça? Aliás investi muito dinheiro em material audio profissional e o meu albúm ainda passou por aqui:



Não achas que ficou de graça pois não? :)
E não achas que todo o tempo, dinheiro e vontade investida não deve ser recompensada como em outra actividade qualquer ?
domingo, abril 08, 2007
sábado, abril 07, 2007
quinta-feira, abril 05, 2007
terça-feira, abril 03, 2007
Pirataria (continuação...)
Caro Admin,
Apesar de concordar com a maior parte do teu texto, permite-me fazer uma pequena correcção no que diz respeito aos preços praticados:
O preço do CD dos Tool era possivelmente uma promoção ou uma reposição, pk um CD normal quando é novidade varia entre os 17 e os 22 €, tirando os de autor e minor labels. De resto podemos encontrar reposições, edições de autor entre os 8 e os 12 €, o que penso que seria um preço aceitavel para as novidades.
Parece-me que tens mtos amigos...
PS: O menino dos Blind Zero chama-se curiosamente Miguel ;), outra curiosidade: ver a terceira pergunta desta entrevista http://www.123som.com/aleph/envelope?p_env_entrevista+ficha:p_e_ent:19
Abraço
segunda-feira, abril 02, 2007
"Open Music" for All
Caríssimos,
Esta questão da pirataria musical tem que ser exclarecida de uma vez por todas, pois é uma discussão que me enerva profundamente. Fico completamente transtornado quando vejo músicos como Vitorino ou aquele senhor que canta para os Blind Zero (cujo nome agora me escapa) a lutar pelo fim da pirataria e dos downloads ilegais. Porquê pôr músicos a lutar contra a pirataria quando são eles mesmos os que mais lucram com esse fenómeno?!
Senão vejamos... São conhecidos os acordos entre editoras e músicos. Poderão haver variações neste modelo, mas duma maneira geral funciona da seguinte forma. Na venda de discos a repartição dos lucros é de 80% para a editora e 20% para o músico. Na realização de concertos, é ao contrário, ou seja, 80% para o músico e apenas 20% para a editora. No caso das editoras de livros, a discrepância é ainda maior. Na venda de um livro de 20 euros o autor recebe cerca de 1.2 euros.
O argumento de que os discos não estão a baixar de preço também não é válida. Ontem mesmo estive na FNAC e fiquei muito admirado quando reparei que a maior parte dos discos andam pelos 12 euros (o novo de Tool estava a 10 euros). Eu nunca fui muito de comprar discos (sempre tive a sorte de ter amigos que o fazem) mas ainda me lembro quando há uns 10 anos um disco custava no mínimo uns 3 contos e quinhentos, sendo que a maior parte deles andava mesmo pelos 4 contos.
Acho bem que as editoras estejam irritadas... acho bem que os músicos também estejam... enquanto não compreenderem que o modelo econónico que suporta a indústria está a mudar radicalmente vão ficar cada vez mais chateados.
O ponto é o seguinte.... a tendência na sociedade é para que todos os bens não materiais sejam gratuítos. Os suportes digitais, as redes, a "informação" no seu sentido mais lato, não consome recursos da natureza, pelo que deveria ser de borla, isto é, de toda a gente. Quem quiser ter o CDzinho em casa com as belas capinhas (como o Marco tanto insiste) acho bem que pague pelas árvores que foram abatidas e pelo petrólio necessário para o plástico do CD. Agora, quem quer ouvir música no seu leitor de MP3, porque é que há-de pagar? Os músicos já possuem tecnologia que chegue para que não precisem de grandes estúdios (vejam o Bruno que faz discos no seu PC). Eles próprios já possuem canais de disseminação eficazes para sua música como por exemplo a Internet. Veja-se ainda o exemplo dos Arcade Fire (ou serão os Arctic Monkeys?!?!) que ficaram super famosos depois de colocar o seu disco no myspace.
Onde o músico poderá ganhar dinheiro é nos concertos. Como é evidente! E mesmo esses diria eu, terão uma tendência para ficar cada vez mais gratuítos, pois vão passar a ser financiados/patrocinados por Câmaras Municipais, empresas, etc. Para além disso, os músicos já ganham dinheiro que chegue. Porque é que um músico há-de ganhar mais dinheiro que um médico ou um cientista? Acham mesmo que a sua profissão é mais importante que as demais? Acham que trabalham mais horas? Será uma profissão de desgaste intenso? Quanto menos dinheiro tiverem nas mãos menos drogas irão consumir, o que se virem bem, até é algo que abona a seu favor (e não me venham com a treta de que um músico sóbrio não sabe compor).
O mesmo acontece com o cinema. Não tenho pena nenhuma dos titãs de hollywood. Enquanto os cinemas continuarem com a qualidade deplorável que apresentam actualmente e aos preços que praticam, acho bem que vão todos à falência. Se for à custa de downloads ilegais, tanto melhor. Eles deviam colocar a si mesmo a seguinte questão. Porque é que as pessoas preferem ver um filme em casa gravado da net com baixa qualidade nas suas televisões merdosas em vez de pagar 5 euros por pessoa para o ver numa tela gigante?
A resposta é simples, porque esse preço é excessivo. Por 5 euros, a sala de cinema devia abanar durante a perseguição do automóvel, devia encher-se de nevoeiro quando perseguimos o bandido pelo pântano, devia ser no mínimo 3D (acerca disto, se tiverem oportunidade vão a um cinema IMAX. É espetacular).
Esse é o mesmo problema que assola os transportes neste país. Enquanto estes não forem no mínimo 7 vezes mais baratos do que utilizar o nosso carro, ninguém com hipótese de os evitar os irá utilizar.
O mesmo fenómeno de eliminação de preços está já a acontecer em inúmeras outras áreas de negócio. Lembrem-se o open-source para o software e do open-access para publicações científicas. A boa notícia é que já há editoras que trabalham sob licenças open-music (e.g. http://www.magnatune.com/info/openmusic).
Abraços!
domingo, abril 01, 2007
Lol
Coitados dos religiosos. Até a igreja lhes abana a fé.
"Relativamente a pirataria musical, bom, acho que devemos gerir a coisa com bom senso. Já reparaste que o mercado musical é o único que apesar de todas as crises é o unico mercado onde os preços não dexem..."
Isso é simplesmente culpa de quatro editoras(as chamadas majors):
e do facto de que cada CD até chegar ao comprador passa por uma série de agentes.
Se fores aos sites de outras editoras podes encontrar Cds a preços bem mais baratos que o valor normal já que simplesmente elimina-se os intermediários ao comprares on-line directamente a eles...
É o que digo, pirataria existe mas se realmente gostam de um artista então deve-se apoiar pela ida a concertos, que é onde os músicos vão buscar a maior parte das receitas.
sábado, março 31, 2007
A beatificação do Papa...
hÃ?
Esperem aí,
mas o homem não morreu com a mesma coisa??? Então foi curar a freira e não se curou a ele próprio...
Só me aprece dizer uma coisa: os deuses devem estar loucos....
Re: Caixinha de musica.
Bruno, relativamente á tua mensagem e respectivo estudo antropologico e social musgueirense tenho a dizer que me deixaste sensibilizado, não andasse eu a ler coisas sobre inteligência emocional e tinha deixado transparecer alguns sentimentos menos apropriados no meu local de trabalho (local fisico onde li o teu post).
Relativamente a pirataria musical, bom, acho que devemos gerir a coisa com bom senso. Já reparaste que o mercado musical é o único que apesar de todas as crises é o unico mercado onde os preços não dexem... O senhor Jamie Cullum que me merece todo o meu respeito e apreço assinou um contrato milionário de 1,5 milhões de Euros com a Verve, por acaso tenho mesmo pena do moço. Mas tranquilo, quando sair o teu, eu compro pq como referi acima tenho bom senso.
Abraço a todos e um obrigado especial ao Tobias por me ter ajudado.
terça-feira, março 27, 2007
Banner do blog...
...mas só até certo ponto.
Qt ao jantar é pena n ter podido ir Rui (obrigações familiares :( ) mas obrigado pelo convite e espero poder ir a ma dessas tertúlias o mais próximo possível. Estou curioso para ver essa casa ao vivo...
O Jamie Cullum já o conhecia. Gostei do que ouvi, a voz e o piano mas as músicas não me disseram muito. Tenho que ouvir com mais calma.
segunda-feira, março 26, 2007
Jamie Cullum
Não sei já vos tinha apresentado este senhor... Chama-se Jamie Cullum e é uma das revelações do Jazz mundial (neste caso Britânico). Como é da nossa geração, ouviu a mesma música que nós... coisas como Nirvana, Radio Head, etc... E admite a influência dessas bandas na sua música.
Este senhor sim, foi a minha grande surpresa dos últimos dois anos. Não me farto de o ouvir... e sempre que o ouço eleva-me o espirito. Altamente recomendado!
(Não, não se trata de Jazz comercial, apesar de ser cantado).
Discografia:
- Heard It All Before (1999)
- Pointless Nostalgic (2002) #55 UK
- Twentysomething (2003) #3 UK, #83 US, #2 Australia
- Catching Tales (2005) #4 UK, #49 US, #26 Australia, #30 Germany, #1 Mexico
- Live at Ronnie Scott's (2006) (exclusive for iTunes)
sábado, março 24, 2007
Jantar em Braga


sexta-feira, março 23, 2007
::CACM 01::
Grizzly Bear - "Yellow House"
Que melhor forma de começar isto do que com um grupo que une passado e presente numa só sonoridade.
Segundo albúm desta banda, agora pela editora Warp, que muito aprecio e cuja capacidade fantástica de descobrir talentos com uma voz única não deixa de supreender. Pois bem, o que esperar deste albúm considerado por muitos um dos melhores do ano passado?
Melodias acústicas folk de sonho, um jogo cordas de mundos de fantasia, uma ambiência caseira (o albúm foi captado na doce reverberação de uma antiga casa, bem...amarela:)) , harmonias de voz de encantar e que fazem lembrar o trabalho de Brian Wilson e dos The Beach Boys sobretudo da obra prima do POP, "Pet Sounds" e uma capacidade rara de fazer musicas enganadoramente simples. Ouçam as músicas no myspace e deliciemsse.
Ah e como um bom vinho dêem um bom tempo para respirar...assim poderão apreciar ainda mais.
::Podem ouvir e ver + info em http://www.myspace.com/grizzlybear ou http://www.grizzly-bear.net/ ::
Como abrir uma caixinha de música...
Antes demais quero pedir desculpas por não ter dado a devida atenção ao Blog, que continuo a achar ser um óptimo se não o único ponto de encontro do que vai na cabeça do grupo de amigos, colegas e pelos vistos patrões/empregados :) (Rui e Miguel), que por um acaso se encontraram numa pequena cidade do pais. A verdade é que tenho andado ocupado com um dos meus maiores projectos e do qual prometo dar novidades mal tenha as certezas que espero.
Achei o Post do Miguel tão interessante que sentii que devia intervir e dizer algo...
" ...Mas a verdade é que não sei o que dizer… cada vez vou menos ao cinema… as novidades musicais são cada vez menos interessantes (ao invés da quantidade e da facilidade no acesso, essa não pára de aumentar). Interpreto o silêncio do resto dos musgueiros como estando precisamente na mesma situação que eu
Acho que estamos todos a ficar velhos ou demasiado corroídos e corrompidos pelo trabalho. Veja-se os workaholics de lisboa. O Alex… que agora faz noitadas a trabalhar para juntar estrelinhas douradas que serão trocadas por churudos prémios salariais. O Resende, que deixou as t-shirts de surf para empossar gravatas cor de laranja. O márcio… que desde que foi para a CGD e se tornou num director de efeitos (emprego bem menos glamoroso do que a sua designação) que mal tem tempo para respirar. ..."
A verdade é essa, estamos a ficar velhos mas a mudança é algo fundamental e o que vejo são algumas boas mudanças e outras não tanto. Uma coisa é certa, todos nós acabamos porque seguir aquilo que nos propusemos. Se foram as melhores escolhas ou não, só os próprios poderão dizer, mas vejo situações muito positivas. Se não reparem, o Ricardo , Alex , Resende e o Tool que se bem me lembro preocupavam-se em não conseguir seguir uma carreira de informáticos, são hoje em dia Engenheiros com o valor reconhecido. Caso o contrário não teriam a confiança e responsabilidade atribuída que têm. A Joaninha trabalha numa das mais jovens bem sucedidas empresas de new media do país, o Xico trabalha em investigação e está a tirar uma mestrado (e se bem se lembram chegou tarde ao nosso curso), O Meitas dedicasse a explorar a várias áreas que o interessam, o Rui trabalha no que gosta, na cidade que gosta, com um emprego na UM e sem ter que pegar num carro (nem imaginas a sorte que tens nisso) e pelos vistos com um patrão que muitos gostavam de ter. O teu curriculum Miguel fala por ti.
Eu tb não me posso queixar, as coisas andam para a frente, talvez não há velocidade que queira mas a paciência por vezes é uma virtude.
Agora quanto às coisas que não acho tão positivas. Elas basicamente resumem-se a dois aspectos. A falta de contacto entre as pessoas. Mas isso é uma consequência de estarmos distantes uns dos outros. Mas não é desculpa. Pelo menos as pessoas podiam partilhar os seus pensamentos aqui neste blog. Mas deixo isso a cada um. O segundo aspecto, no qual penso que posso fazer algo tem a ver com esse desinteresse que referes. Se algo sempre uniu este grupo foi o gosto por cultura. Isso não se perde do dia para a noite. Sim a arte não têm função a não ser aquela que vocês lhe dão. Sem querer fazer disto uma discussão, embora "as novidades musicais são cada vez menos interessantes " é uma completa mentira porque acho que estamos a viver dos períodos mais interessantes da música (sobretudo no que diz respeito à leitura de música como uma forma de arte), vou fazer o meu papel e tentar contribui de certa forma já que há bastantes coisas interessantes (sobretudo nesse campo) e que gostava de partilhar. Para tal vou dar inicio a umas pequenas notas que chamo de "Como abrir uma caixinha de música..." e que são pequenos resumos de albums recentes ou passados que acho que devem ser ouvidos. Por favor quem quiser contribui que o faço. Para já espero a tua crítica do álbum de NIN quando sair Rui.
Ah, e não peçam para vos arranjar uma cópia. Não posso censurar ninguém que copie ou faça download ilegal de música. Mas tb não posso contribuir para tal. O que digo é que se gostarem pensem em comprar...o músico é um profissional que como vocês que merece ser pago.
Até já.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
sábado, fevereiro 17, 2007
Dia Zero
O concerto foi excelente. Eu sou suspeito porque sou fanático, mas acho que ninguém que lá esteve ficou indiferente.
Quem quiser ter uma ideia do que foi veja os clips no youtube de qualidade duvidosa (nada maus para telemóveis)
Cá está um deles http://www.youtube.com/watch?v=Qy4x5liY8-w
Mas o mais interessente deste concerto é que marcou o início da campanha revolucionária contra o poder instaurado :) (campanha de marketing criativo para o novo album).
Pessoas que compraram uma das t-shirts que foram postas à venda no coliseu notaram algumas letras mais brancas que as outras. As letras formam a frase "I am trying to believe". Vai dai, são descobertos vários sites, começando por http://iamtryingtobelieve.com/. Os sites são aparentemente sites rebeldes com propaganda e testemunhos contra o governo. Mencionam várias drogas que são adiministradas na água pública, supostamente usadas para manter as pessoas "calmas" e pouco revindicativas. Contêm imagens e textos que levaram à descoberta outros sites, números de telefone, etc.
Para além da t-shirt, numa das noites de concerto em Portugal foi encontrada na casa de banho do coliseu dos recreios uma pen drive com a música "My Violent Heart" do novo album que irá sair em Abril. Nos dias seguintes foram encontradas mais 2 músicas em pen drives em Espanha e em Inglaterra, nas casas de banho das salas dos concertos.
Todas as coisas que foram descobertas fazem parte do conceito "Year Zero" no qual se baseia o album novo com o mesmo nome.
Há montes de coisas interessantes relacionadas com isto.
Podem descobrir mais aqui:
http://en.wikipedia.org/wiki/Year_Zero_%28album%29
http://www.ninwiki.com/
No site do album já existe também um video do primeiro single "Survivalism".
Podem ouvir 4 músicas do album em http://www.myspace.com/nin.
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Primeira loja de "drogas legais" aberta em Aveiro
Carlos Marabuto,
proprietário da loja Cogumelo Mágico
A ideia foi importada da Holanda, país onde a venda e o consumo de drogas leves estão permitidos e no qual as coffee shops, smart shops ou as grow shops, há muito que deixaram de ser novidade. Carlos Marabuto percebeu a oportunidade de negócio e decidiu abrir em Aveiro uma smart shop. "Numa coffee shop os produtos estão prontos a ser consumidos; já na smart shop os produtos ainda têm que ser preparados", distingue o empresário responsável pela novidade do momento em Aveiro.
Carlos Marabuto faz questão de frisar que este é o primeiro estabelecimento do género a abrir fora do território holandês, constituindo uma completa novidade em solo nacional. "O que já existe são grow shops, como é o caso da que funciona no Porto, onde se comercializam apenas produtos para fazer o cultivo, mas não se vende mesmo as plantas", sublinha o proprietário da Cogumelo Mágico.
Nesta smart shop, é possível encontrar produtos como a erva sálvia, pronta para ser fumada ou vendida em extractos para fazer chá, kits para cultivo de cogumelos "mágicos", cápsulas de produtos naturais com princípios alucinogénicos (designadas happy-caps), cactos que contêm mescalina (uma substância alucinogénica), e chá de erva ayahuasca, "que junta duas plantas que são dos alucinogénicos mais potentes no mundo", explica Carlos Marabuto.
"São tudo produtos legais, de alta qualidade, importados de um fornecedor muito sério da Holanda", garante o proprietário da smart shop. Depois, há também "cachimbos, mortalhas, vaporizadores, moedores para as ervas, balanças, livros e enciclopédias que ensinam a cultivar os produtos", acrescenta.
Caso o negócio resulte em terras aveirenses, o empresário pondera abrir mais estabelecimentos do género noutros pontos do país, especialmente se "aparecerem sócios com capital". Para já, o primeiro dia de negócio deixa perspectivas optimistas. "Até nem esteve nada mal, em termos de clientela", resume Carlos Marabuto. E curiosos? "Tivemos alguns, nomeadamente um senhor de 60 anos a quem explicámos o que eram os produtos e que, no final, declarou que no tempo dele não havia nada disto", conta ainda o empresário que acredita que a generalidade dos concidadãos vai acabar por reagir bem à abertura da Cogumelo Mágico.
"Pode fazer confusão a alguns retrógrados, mas já tenho calo para fazer face a essas mentalidades", comenta Carlos Marabuto, recordando os "problemas" que teve de enfrentar quando, há quatro anos, abriu uma sex shop em Aveiro.
Sobre o processo burocrático que teve de ultrapassar para abrir a smart shop o empresário apenas lamenta o facto de ter estado "um ano à espera" do necessário licenciamento da Câmara Municipal de Aveiro.
O estabelecimento comercial está classificado como "ervanária especializada, com entrada interdita a menores de 18 anos", especifica o comerciante, adiantando: "Ainda cheguei a pensar desistir por causa do atraso."
Contactado pelo PÚBLICO, o comandante da PSP de Aveiro, Sérgio Loureiro, deixou a garantia de que a abertura desta loja está a ser acompanhada e é objecto de análise "pela PSP, em coordenação com a Polícia Judiciária".
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Re: Mais um...
Que lhes parece?
Cordiais saudações à Musgueira...
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Apocalypto
sábado, fevereiro 03, 2007
Os melhores… de 2006
Bruno e suzana… antes de mais… peço desculpa por não ter respondido o meu próprio repto.
Mas a verdade é que não sei o que dizer… cada vez vou menos ao cinema… as novidades musicais são cada vez menos interessantes (ao invés da quantidade e da facilidade no acesso, essa não pára de aumentar). Interpreto o silêncio do resto dos musgueiros como estando precisamente na mesma situação que eu.
Acho que estamos todos a ficar velhos ou demasiado corroídos e corrompidos pelo trabalho. Veja-se os workaholics de lisboa. O Alex… que agora faz noitadas a trabalhar para juntar estrelinhas douradas que serão trocadas por churudos prémios salariais. O Resende, que deixou as t-shirts de surf para empossar gravatas cor de laranja. O márcio… que desde que foi para a CGD e se tornou num director de efeitos (emprego bem menos glamoroso do que a sua designação) que mal tem tempo para respirar.
De qualquer modo.. aqui vai o meu pequeno contributo…
Gostei particularmente do novo álbum de tool. Acho-o coeso e agradável. Isso levou-me a Lisboa a assistir ao seu concerto. Que diga-se de passagem não foi nada de especial. Acho que foi essa a opinião de toda a gente, embora niguém tenha tido a coragem de o admitir. Saímos todos do concerto e nínguem abriu a boca para lançar um comentário que fosse. Até hoje ainda ninguém soltou uma palavra acerca desse concerto.
Também acho piada ao José Gonzalez. Calmo, dissonante em toda a sua normalidade.
Estou curioso em ouvir o disquito dos la la la ressonance (ex urbana fall).
Bom fim de semana.
PS: Ah… é verdade. O Rui alugou um "castelo".
quarta-feira, janeiro 17, 2007
O meu top 10 para 2006
Beirut: Gulag Orkestar
Cibelle: The Shine Of Dried Electric Leaves
Chris Clark: Body Riddle
Ellen Allien & Apparat: Orchestra of Bubbles
Grizzly Bear: Yellow House
Helios: Eingya
Nathan Fake: Drowning in a Sea of Love
Thom Yorke: The Eraser
Tv on the radio - Return to the cookie mountain
Yagya – Will I Dream During the Process?
Row over angry, penis-removing doctor
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Doctors' unions in Romania have criticised a decision to make a surgeon pay £100,000 in damages after he lost his temper and hacked off a patient's penis during surgery.
Surgeon Naum Ciomu, who had been suffering from stress at the time, had been operating on patient Nelu Radonescu, 36, to correct a testicular malformation when he suddenly lost his temper.
Grabbing a scalpel, he sliced off the penis in front of shocked nursing staff, and then placed it on the operating table where he chopped it into small pieces before storming out of the operating theatre at Bucharest hospital.
Full story at http://www.metro.co.uk/weird/article.html?in_article_id=33257&in_page_id=2
quarta-feira, janeiro 10, 2007
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Re: Melhor do ano 2006
Música: para mim, um ano estranho, de poucas descobertas mas destaco sobretudo trabalhos colectados a editoras, como aqueles vindos da grande supresa, a editora Type (Helios, Xela,Ryan teague, Mountaineer,...) , a Ghostly International (Christopher Willits , Dabrye , Lusine, ...) , Leaf ( Colleen, Icarus, Murcof,...) e a Warp (Clark, Squarepusher e um grande albúm que o pessoal da Pop como o Sr administrador poderá gostar, o Yellow House de Grizzly Bear). Qt ao nacional destaco sem dúvida a editora Borland com trabalhos editados de La La La Ressonance (ex: The Astonishing Urbana Fall), Ölga, entre outros.
Concertos: Steve Reich, Casa da Música :)
DJ : é assim eu não fui (à última do hora fiquei retido no Porto por causa de uma reunião, porra)mas não posso deixar de destacar o que já me disserem que foi do melhor do ano em termos de noite,... James Holden, Lux. Este Sr tem muito bom gosto...alé de ser o patrão da editra Border Comunity que é bem jeitosa.
Pintura: népia, não vi nada. Falhei a exposição de Serralves mas ainda vou a tempo...
Teatro: double népia.
TV: o fim dos Sopranos :( (isto devia ser o pior de 2006 na Tv). No lado positivo destaco o facto de o CSI e o Dtr House passarem há noite durante a semana. E claro, os fantáticos documentários/entrevistas/programas do canal 2. E ao que parece o canal 1 está a aprender algumas coisas ;)
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P.S. Qd tiver tempo deixo aqui as escolhas do Y que embora não concorde com tudo vale bem a pena conhecer algumas.
Best men on the job!
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Um filme caseiro mostra cenas tórridas com Mário Esteves. O vídeo, a que o Correio Vidas teve acesso, está à venda por cerca de 250 mil euros.
O ano de 2006 termina com mais um escândalo de Elsa Raposo. Um vídeo caseiro, que mostra a ex-apresentadora de televisão em cenas escaldantes de sexo explícito com Mário Esteves, seu antigo namorado, está à venda por cerca de 250 mil euros. O Correio Vidas visionou na íntegra o vídeo, com perto de uma hora de duração, que se encontra na posse de desconhecidos que tentam agora tirar proveito financeiro de tais imagens.
A gravação de boa qualidade, sem quaisquer cortes ou montagens, foi feita por Elsa Raposo e Mário Esteves durante um acto sexual, demonstrando que o casal, que partilhou a mesma casa entre Junho e Setembro passado, gostava de jogos eróticos como forma de apimentar a actividade sexual.
O cenário eleito pelos dois foi o quarto e o filme começa com Mário Esteves, de câmara na mão, a gravar o corpo nu de Elsa Raposo deitado na cama. Sem demoras, a antiga apresentadora do programa ‘Sex Appeal’ provoca o seu companheiro e ‘realizador’ improvisado, tocando-se em diversas partes do corpo, ao mesmo tempo que lhe pedia para fazer sexo e dar-lhe prazer. “Consome-me”, sussurrava.
Rendido às constantes provocações e ao corpo curvilíneo da parceira, Mário Esteves resolve então também ele entrar em acção. Mesmo, quando enlouquecia com sexo oral, o professor de surf nunca largou a câmara. Mário captou cada pormenor do corpo da companheira e observava atentamente os seus movimentos eróticos e o seu nome escrito na omoplata direita de Elsa. Até que ela lhe pediu para ser “possuída”... Mário fez-lhe a vontade e os dois deixaram-se levar pela excitação.
No auge do prazer, o casal foi interrompido... Era a empregada da lavandaria que batia à porta. “Espera por mim”, disse languidamente Elsa Raposo, enquanto cobria o corpo despido com um robe. Não demorou mais do que um minuto para que a ex-apresentadora voltasse para o corpo do professor de surf, que a aguardava impacientemente. Elsa voltou para dar prazer ao então namorado, satisfazendo-o com sexo oral, ao mesmo tempo que gemia, aumentando a excitação.
Mário Esteves mantinha-se muito calado, sem grande movimentos e completamente concentrado, não só na sua ‘performance’ sexual, como na filmagem. Pouco se manifestava. Apenas se mostrou mais activo quando chegou a vez de ser ele a satisfazer a companheira com uma longa e erótica sessão de sexo oral, que levou Elsa ao delírio. Nesse momento, passou a ex-apresentadora a filmar o acto sexual.
Enlouquecidos de prazer, Elsa e Mário tinham-se esquecido de que não estavam sozinhos em casa, até ao momento em que os filhos da ex-apresentadora bateram à porta do quarto. Novamente, o prazer tinha sido interrompido, mas Elsa não conseguia pensar em mais nada, ao ponto de dizer às três crianças: “Esperem um bocadinho. A mãe está a fazer amor com o Mário”. E continuou envolvida nos lençóis, sem sequer ouvir o que os filhos lhe quereriam dizer.
Uma hora depois de tudo ter começado, o casal atinge o clímax. Elsa Raposo, em tom libidinoso, sussurra-lhe ao ouvido: “Adoro o cheiro do teu corpo, sobretudo quando estamos três dias sem tomar banho...”
O filme caseiro só termina porque a cassete de vídeo chega ao fim. Mas deu para perceber, nas últimas cenas, que a acção se iria prolongar, agora já sem a excitação de ter uma objectiva a captar os dois corpos.
Desconhece-se como o vídeo chegou à mão de terceiros que agora tentam vendê-lo por cerca de 250 mil euros. O Correio Vidas tentou perceber isso mesmo junto de Elsa Raposo e Mário Esteves, mas, até ao fecho desta edição, nenhum dos dois esteve contactável.
http://www.acores.com/a/video_porno_elsa_raposo.html
quarta-feira, janeiro 03, 2007
terça-feira, janeiro 02, 2007
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Best of 2006!
Estamos a chegar ao final do ano. Como já é habitual, pedia-vos que atribuíssem os prémios "MUSGUEIRA 2006" aos melhores filmes e álbums do ano.
Boas festas!
terça-feira, dezembro 12, 2006
segunda-feira, dezembro 11, 2006
sábado, dezembro 09, 2006
Geeks e computadores nos filmes
Estão aqui três artigos giros sobre geeks, servidores e código nos filmes.
Top 20 Hackers in Film History
Servers in the Movies - Our Top Ten
What code DOESN'T do in real life (that it does in the movies)
terça-feira, dezembro 05, 2006
terça-feira, novembro 28, 2006
Vídeo de casamento do Márcio
Quem quiser uma cópia, entre em contacto comigo.
sexta-feira, novembro 24, 2006
SYNERGY NIGHTS - 53ª edição. 4 anos!
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Local: SWING - Rua Júlio Dinis, 766 - PORTO.
Data: Sábado - 25 de Novembro de 2006.
DJ's: Ivo Teixeira, Luís Martins e António Jorge.
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SOUND FACTORY : http://soundfactory.org
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Depois da SoundFactory comemorar em Outubro seis anos na produção de
concertos, em Novembro segue-se a festa das festas! As SynergyNights
chegam este mês ao quarto aniversário, com a mesma descontracção e
prazer de sempre, mas também com o mesmo rigor e sentido crítico com
que foram conspiradas desde o início.
O ritual nasceu em Novembro de 2002, baseado em dois objectivos que
estão hoje mais do que alcançados e reconhecidos: a existência de uma
verdadeira noite de discoteca com o melhor da música alternativa ou
não-comercial, e o fomento de concertos com algumas das bandas que
caracterizam as diversas correntes sónicas exploradas nas festas.
Ao fim de quatro anos, as SynergyNights já não são apenas uma
instituição singular no panorama dito alternativo, e não são novidade
para quem se interessa por essa subcultura. Hoje o ritual é sobretudo
o local de encontro de amigos, de anónimos, de experiências, de
descoberta, de prazer do som da música. Atravessam-se várias
frequências, vários estados de espírito, nunca em doses iguais, do
rock ao electro, do punk ao industrial, e ao longo de meia dúzia de
horas há sempre várias incursões através desses submundos da música, e
da personalidade que há em cada um. Continua a haver uma noite assim,
numa discoteca digna desse nome, para muitos a melhor da cidade, como
há muitos anos não havia, ou mesmo talvez como nunca tenha existido,
não só pelas condições como também pela adesão de um público no mínimo
fantástico...
Quanto aos efeitos secundários do laboratório Synergy, uma lista com
mais de trinta grandes concertos, tão inesperados em Portugal quanto
excepcionais, resumem na perfeição o conceito de serviço público, ou
por outras palavras, uma boa parte da agenda cultural de (como dizia o
outro) uma imensa minoria... E por falar nisso, que melhor exemplo
podia ser senão o concerto dos New Model Army. Não apenas único, mas
um dos grandes concertos Rock desta década.
E por falar em concertos, o quarto aniversário das SynergyNights
reserva uma surpresa especial. Depois de um grande concerto Rock, o
último concerto do ano será dedicado às sonoridades Electro, e está
agendado para Dezembro. Como sempre, é no ritual do último sábado do
mês que se revelam novidades assim em primeira mão. Sábado 25 de
Novembro. Uma noite de culto, na melhor discoteca do Porto, com a
'melhor' música do mundo!...
domingo, novembro 12, 2006
terça-feira, outubro 31, 2006
Encontrei um!
credits:
Margarida Carvalho
Pedro Guimarães
Pedro Tarroso
Sandra Carvalho
original soundtrack by Pedro Guimarães
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Também já vi o filme do xico... está bem porreiro!
Claro que nao bate o famoso video da ETA(Te gusta no?) :)
terça-feira, outubro 24, 2006
terça-feira, outubro 17, 2006
E digo mais...
O único problema neste momento é que parece-me que o espaço está a ser gerido apenas pelo Nuno e o seu sócio. Acho que eles estão a precisar da ajuda de toda a gente (amigos, intelectuais, interessados em geral) para dinamizar o espaço com workshops, cursos, eventos culturais (e.g. conversas no tanque), concertos, etc. É importante manter uma agenda completa.
Artistas gráficos poderão lá expor gratuitamente (tixa?). Poderão inclusivé doar alguma arte ao espaço (pois bem precisa de alguma decoração).
Enfim, merece uma visita.
PS: Muitas meretrizes na zona para quem quiser ir fumar um cigarro no exterior!
segunda-feira, outubro 16, 2006
Por falar em cultura...
quinta-feira, outubro 12, 2006
Oh Marco!!! Agora só faltas tu oferecer a tua casa
Podem achar estranho eu estar a sugerir isto, mas não é. Senão vejam...
O teatro circo era uma casa de cultura com grande tradição em Braga que se foi degradando ao longo dos anos até fechar para obras. A casa do Marco também.
O teatro circo já foi palco de eventos miticos em que arrancaram as cadeiras e deixaram aquilo em pantanas. Na casa do Marco era o prato do dia (cadeiras, exaustores, mobilia em geral, etc).
O teatro circo fechou para obras e agora vai abrir de cara lavadinha. A casa do Marco também (e que pinta!).
O teatro circo vai ser inaugurado por uma checa (Orquestra Sinfónica Nacional Checa). A casa do Marco também (o Marco já pôs lá uma checa a morar).
Bem... as semelhanças obvias. Por isso Marco, vê se te apressas a tornar o anúncio público :)
Famalicão oferece Casa das Artes
quarta-feira, outubro 11, 2006
Mesquita Machado “oferece” Theatro Circo a Guimarães
BOA, MESQUITA ;)!
terça-feira, outubro 10, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Ainda sobre jogos...
Se precisarem de estabelecer algum contacto... já sabem... I'm your man!
A indústria dos jogos em Portugal
( Trains isto é p ti já, que gostas tanto de jogos. Achei que poderias começar a ponderar trabalhar nesta área. Já te tinha indicado uma vez um centro de desenvolvimento no Alentejo. Aqui fica um exemplo de uma empresa de sucesso...)
Finalmente começam a surgir promessas neste campo, numa indústria que lá fora rende milhões...e está sempre em crescimento.
Um exemplo :
http://www.move-interactive.com/
Esta empresa acabou de participar na E3(Electronic Entertainment Expo), uma das maiores feiras internacionais de jogos e outras aplicações interactivas. A participação foi feita através do seu jogo UGO VOLT que teve criticas muito boas (chamou tanta atenção que saiu no Jornal de Negócios do JN que foi onde li) e surgiu a possiblidade de uma distribuição mundial.
quinta-feira, outubro 05, 2006
quarta-feira, outubro 04, 2006
E viva ao Fiuza! VIVA!

PS: Bruno... diz ao teu amigo que ele é mais tolo que o Fiuza! (Ele que tente aqui.)
terça-feira, outubro 03, 2006
Editar Blogger
Gracias
sexta-feira, setembro 29, 2006
Desculpem, mas não resisti
Aqui fica
quinta-feira, setembro 28, 2006
quarta-feira, setembro 27, 2006
Gag
- Desculpe, pode dar-me uma ajuda? Prometi a um amigo encontrar-me com ele às 14h, estou meia hora atrasado e não sei onde me encontro.
- Claro que o posso ajudar. O senhor encontra-se num automóvel, entre os 38 e os 39 graus de latitude norte e os 9 e 10 graus de longitude oeste, são 14 horas, 23 minutos e 42 segundos, hoje é quarta-feira e estão 27 graus centígrados.
- O senhor é informático?
- Exactamente! Como é que sabe?
- Porque tudo o que me disse está correcto do ponto de vista técnico, mas é inútil do ponto de vista prático. De facto, não sei o que fazer com a informação que me deu e continuo aqui perdido.
- Então o senhor deve ser um chefe, certo? - responde o informático
- Na realidade sou mesmo. Mas. como percebeu?
- Muito fácil: não sabe nem onde se encontra, nem para onde ir; fez uma promessa que não faz a menor idéia de como vai cumprir e agora espera que outro qualquer lhe resolva o problema. De facto, encontra-se exactamente na mesma situação em que estava antes de nos encontrarmos, mas agora, por um qualquer estranho motivo a culpa acaba por ser minha!
...um toque tradicional e moderno.






